O que é a Síndrome do “Olho Seco”?
A Síndrome do Olho Seco é uma anomalia na produção ou na qualidade das lágrimas, líquido produzido pelas glândulas lacrimais e composto por água, sais minerais, proteínas e gordura.
A principal função das lágrimas é lubrificar o olho e, principalmente, realizar a limpeza do globo ocular, livrando-o de partículas de sujeiras, fatores externos e microorganismos. Por isso, quando a produção lacrimal sofre alguma alteração, o paciente desenvolve a Síndrome do Olho Seco.
Causas dessa condição:
- Fatores ambientais;
- Doenças sistêmicas;
- Uso frequente de eletrônicos;
- Alterações hormonais;
- Idade e sexo: mulheres acima de 40 anos produzem menor quantidade de lágrimas;
- Medicamentos como descongestionantes, antialérgicos e outros;
- Anormalidades nas pálpebras;
- E outros.
Diagnóstico para a Síndrome do Olho Seco
O diagnóstico é feito com o oftalmologista a partir de testes não invasivos que medem o tempo de rompimento lacrimal na superfície ocular, é feita a coloração da superfície ocular com corantes vitais que avaliam o acometimento e inflamação ocular e a avaliação das glândulas de meibômio na pálpebra.
O diagnóstico pode ser classificado em:
- Doença do olho seco tipo evaporativo, associada à disfunção das glândulas de meibômio;
- Doença do olho seco por deficiência de produção aquosa;
- Causa mista, tanto evaporativa como de produção, que é a mais frequente.
A Síndrome do Olho Seco tem tratamento?
A resposta é sim!
Cada tratamento depende do nível de comprometimento da doença no momento do diagnóstico. Em alguns casos pode ser necessário tratamento com luz pulsada, em outros o médico especialista irá fazer a prescrição de colírios e suplementações da lágrima. Porém, se não houver o tratamento necessário, a doença pode evoluir para outros problemas mais graves, como as ceratites e ulcerações.
Quais são os sintomas?
Confira alguns sinais e sintomas comuns dessa síndrome:
- Olhos vermelhos;
- Sensação de areia nos olhos;
- Ardência na região dos olhos;
- Visão embaçada;
- Fotofobia (intolerância à luz);
- Lacrimejamento constante;
- E outros.
Normalmente, os sintomas se intensificam ao final do dia, após o uso de telas, exposição ao vento, ar condicionado, fumaça e outros ambientes.
Atenção!
Caso apresente algum dos sintomas citados acima, procure um médico oftalmologista e inicie o melhor tratamento para o seu caso. Quanto antes identificar essa condição, mais eficaz será o seu tratamento!
Medidas de prevenção
Agora que já falamos sobre as causas, tratamentos e diagnósticos, confira algumas medidas de prevenção para você colocar em prática e cuidar dos seus olhos.
- Beba bastante água durante o dia;
- Evite ambientes com muita poluição do ar;
- Utilize acessórios de proteção, como óculos de sol, ao sair de casa;
- Pisque com frequência;
- Evite a exposição em ambientes com ar condicionado ou ventiladores por muito tempo;
- Faça pausas ao passar muito tempo em frente à TV, smartphone, tablet ou outros aparelhos eletrônicos.
Chegou a sua vez de colocar as dicas e ensinamentos em prática, cuidar da sua visão e garantir uma maior qualidade de vida para o futuro. Cuide bem dos seus olhos, viu?!
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